Exclusivo: Grêmios estudantis – vozes no combate ao racismo e LGBTQIAP+FOBIA em São Paulo

A Rádio Comunitária Cantareira leva ao ar em FM 87,5 e em todas as suas plataformas digitais a série “Grêmios estudantis – vozes no combate ao racismo e LGBTQIAP+FOBIA em São Paulo”.

Ao longo de 12 programas, é tratado como os grêmios estudantis nascem e se tornam um espaço democrático de formação cidadã e combate ao racismo e LGBQIAP + Fobia protagonizada por crianças e adolescentes na capital paulista.

Este projeto tem o apoio da 9ª Edição do Programa Municipal de Fomento ao Serviço de Radiodifusão Comunitária para a Cidade de São Paulo.

Ouça os episódios inéditos todas as quartas-feiras, às 18h30, com reprise às segundas-feiras neste mesmo horário.

Abaixo, você pode acompanhar os que já foram ao ar (em ordem decrescente):

PROGRAMA 4: OCUPAÇÕES DE 2015 – MOBILIZAÇÃO ESTUDANTIL NA BRASILÂNDIA

Este episódio discute como a primavera secundarista de 2015 influenciou os jovens da Brasilândia. Luiza Akimoto e Wesley Gonçalvez, lideranças da ocupação na escola Martin Egídio Damy, participantes desta iniciativa, relatam suas vivências e analisam o legado desta ação.

PROGRAMA 3 – MOVIMENTOS ESTUDANTIS ORGANIZADOS

Este episódio apresenta a atuação da UNE (União Nacional dos Estudantes) e da UBES (União Brasileira dos Estudantes Secundaristas) para o fomento da atividade secundarista no Brasil. Saiba quais ações essas organizações têm desenvolvido em prol da criação dos grêmios e como os debates de raça e de identidade são por elas realizados.

PROGRAMA 2 – COMO MONTAR UM GRÊMIO NA MINHA ESCOLA?

O segundo episódio da série apresenta um passo a passo para a criação de um grêmio escolar, e como ele pode se tornar um espaço de combate ao racismo e à LGBQIAP + Fobia.

PROGRAMA 1 – COMO SURGIRAM OS GRÊMIOS ESTUDANTIS?

O episódio de estreia da série mostra os movimentos que levaram a criação dos grêmios estudantis no Brasil, sua regulamentação e importância na vida escolar de jovens e adolescentes.

Foto de abertura: ocupação de uma escola por estudantes secundaristas em 2015 (crédito Rovena Rosa/Agência Brasil)